O reparo é julgado pela pintura, porque a pintura é a única parte dele que a maioria das pessoas enxerga. Uma peça estruturalmente perfeita, mas com um tom diferente, vai incomodar você toda vez que chegar perto do carro, e vai aparecer na avaliação de revenda.
Por que o código da tinta não basta
O seu veículo tem um código de tinta, e dois carros com o mesmo código ainda podem ser visivelmente diferentes. A tinta muda com sol e com o tempo, e os lotes de fábrica variam. Igualar só pelo código produz uma peça certa no papel e errada na luz do dia.
A gente mistura com formulação assistida por computador e iguala contra o seu veículo como ele está hoje, depois pinta um cartão de teste e confere contra a peça antes de aplicar qualquer coisa no carro.
Difuminar nas peças vizinhas
Na maior parte dos reparos, a cor nova é difuminada nas peças vizinhas, em vez de parar na emenda. A borda dura entre tinta velha e nova é onde a diferença fica óbvia. Difuminar leva a transição para um lugar onde o olho não procura.
Por que a cabine importa
A tinta cura de forma diferente conforme temperatura, umidade e quantidade de poeira no ar. A gente pinta em cabines climatizadas para essas variáveis deixarem de ser variáveis. É a diferença entre um acabamento que continua bom em dois anos e um que não continua.
Perguntas frequentes
A tinta nova vai igualar a minha tinta desbotada?
É exatamente para isso que serve igualar contra o veículo em vez do código. A gente compara com a peça como ela está hoje e ajusta a mistura até o cartão de teste sumir contra ela.
Vocês pintam a peça inteira ou só o ponto danificado?
Depende de onde o dano está e do formato da peça. Reparo localizado funciona em algumas peças; em outras, o resultado correto exige a peça inteira mais difuminado nas vizinhas. A gente diz de qual o seu carro precisa, e por quê, no orçamento por escrito.
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